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Tema: A Ponta Pequena

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    A Ponta Pequena

    Gabriel interpreta os Símbolos

    Ler: Daniel 8:1-25



    Não há necessidade de imaginar a interpretação desta visão, pois o anjo Gabriel a tornou clara:

    Versículos Sempre de Daniel 8:

    20. "Aquele carneiro que viste com dois chifres são os reis da Média e da Pérsia".

    Sob Ciro, o Grande, a Pérsia tornou-se o poder mais forte no reino duplo, o “chifre mais alto” surgindo depois. O carneiro era símbolo da Pérsia nesse tempo; assim como o leão hoje representa a Grã-Bretanha. De fato, os reis persas eram coroados com uma cabeça de carneiro dourada, cravejadas de pedras preciosas. Ademais, suas moedas traziam a figura de um carneiro. Nesta profecia o carneiro avançou para o oeste, tomando Babilônia, Mesopotâmia e Síria; para o norte, tomando a Armênia e a área do Mar Cáspio; e para o sul envolvendo o Egito, a Terra Santa, a Líbia e a Etiópia.

    21. "mas o bode peludo é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei;
    22. o ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se lavantarão deste povo, mas não com força igual à que ele tinha."

    O avanço do Império medo-persa foi esmagador. Então o profeta declarou:

    5. "Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinha um chifre notável entre os olhos"

    Gabriel assim interpretou esse símbolo:

    21. "mas o bode peludo é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei"

    Esse rei, logicamente, foi Alexandre, o Grande, que em pouco mais de uma década conquistou o mundo antigo. O rei bode na profecia."o bode peludo é o rei da Grécia;" Conquistando a Ásia Menor, Síria, Fenícia, Chipre, Egito, Babilônia, Pérsia, e as montanhas ao norte da Índia, ele levou suas tropas até o Rio Indo. Mas os soldados, distantes de casa por mais de sete anos, forçaram Alexandre a retornar. Ele viajou no retorno até Babilônia, onde tencionava estabeleceu seu quartel-general. Mas ao lamentar a perda de um amigo querido, é dito que foi dominado por uma repentina enfermidade (“febre do pântano”), talvez malária, que se complicou por bebedice. Conquanto tendo apenas 33 anos de idade, ele morreu em poucos dias. Seu gênio de conquistador deixou um registro militar raramente igualado, ou ultrapassado. Quão veraz é a profecia!
    O símbolo da Grécia era o bode. A tradição relata que Caremus, primeiro rei da Macedônia, seguiu um rebanho de bodes selváticos até Edessa, onde estabeleceu a sua capital, chamando-a Aege “cidade do bode”, da qual o símbolo nacional se inspirou. A profecia indicava uma dramática mudança

    8. "O bode se engrandeceu sobremaneira; e na sua força quebrou-se lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu.".

    Em seu lugar apareceram quatro chifres. É dito que quando Alexandre estava morrendo, Perdicas, seu amigo fiel, perguntou-lhe a quem deixaria o sei reino. Ele respondeu: “Ao mais forte”. Com sua morte, o império foi lançado num estado de lutas até ter-se despedaçado completamente. O exército foi desfeito e as cidades foram roubadas.
    No final, quatro generais de Alexandre dividiram o império entre eles como feito notar antes. Lisímaco tomou o norte, incluindo a Capadócia, a Trácia, e no norte a Ásia Menor. Ptolomeu tomou o sul—Egito, Chipre e Palestina. Cassandro reivindicou a Macedônia, Tessália e Grécia. Selêuco tomou o este, inclusive Babilônia, Pérsia e a Síria.
    Observem cuidadosamente a linguagem no restante da profecia, porque há talvez maior confusão sobre isso do que sobre qualquer outra parte do livro:.
    Versos 9, 10.
    Última edición por jabahienses fecha: 22-Jan-2007 a las 07:09 PM

  2. #2
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    9. "De um dos chifres saiu um chifre pequeno, e se tornou muito forte parao sul, para o oriente e para a terra gloriosa.
    10. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou".

    Então, ele se tornou muito grande:

    24. Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo.
    25. Por sua astúcia nos seus empreendimentos fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Principe dos prindipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas.

    Muitos comentaristas vêem estes versos como uma descrição de Antíoco Epifânio, oitavo rei da dinastia Selêucida. Conquanto esse homem certamente foi um tirano e perseguidor, tendo feito tudo que pôde contra os judeus, contudo ele certamente não era o chifre pequeno descrito no texto. De fato, ele profanou o templo de Jerusalém por sacrificar um porco no altar de holocaustos, depois espargindo seu caldo sobre as paredes do Templo. E enquanto fazia isso tudo, ele tentou impor a adoração de Olimpo que massacrou mais de 100.000 judeus que recusaram esse culto idolátrico. Por causa desse tremendo ato de sacrilégio, ele foi desprezado não só pelos judeus, mas também por seu próprio povo. Contudo, Antíoco foi apenas um de uma linha de reis e de modo algum foi o mais forte. Mesmo dizendo o pior a respeito dele, ainda ssim ele fica aquém da descrição profética.

    Qual foi o Poder?

    24. "Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo.
    25. Por sua astúcia nos seus empreendimmentos fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Principe dos prindipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas".

    Note esses pontos importantes--o carneiro representando a Pérsia devia tornar-se "grande"; o bode representando a Grécia devia tornar-se: "engrandeceu sobremaneira;" Mas esse novo poder simbolizado pelo chifre pequeno devia tornar-se bem grande. Certamente, nem Antíoco Epifânio, nem qualquer outro de sua linhagem foi maior do que Ciro ou Alexandre. De fato, Antíoco foi tudo menos grande. Ele foi forçado a pagar tributo a Roma constantemente; foi morto tentando levantar mais dinheiro para pagar tributo.
    Seria difícil encontrar na história um governante mais excêntrico. Hoje poderíamos chamá-lo de paranóico. O seu próprio povo às vezes a ele se referia como Antíoco Epifanes, "o louco". Ele não expandiu o seu território. Foi apenas um dentre muitos reis. Se fosse deixado aos historiadores somente escolher um homem para preencher o papel, certamente não seria Antíoco Epifânio. A escolha desse homem é parte de um desígnio para mudar o enfoque do poder claramente indicado. E fazemos bem em examinar cuidadosamente os fatos.
    A profecia declara:

    9. "De um dos chifres saiu um chifre pequeno, e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa.
    10. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou.
    11. Sim, engrandeceu-se até ao principe do exército; dele tirou o sacrificio costumado e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo".

    O poder introduzido aqui devia fazer as coisas que Antíoco Epifânio nunca pôde FAZER. Como poderia Antioco levantar-se contra o Príncipe dos príncipes, quando o primeiro morreu em 165 AC, muito antes de nosso Senhor ter nascido? Alguns sugerem que Antíoco foi somente um tipo de um poder maior--o anticristo--que aparecerá no tempo do fim. O cumprimento real, dizem, está no futuro, após o segundo advento de Cristo. Mas que direito tem alguém de lançar esta profecia para o distrante futuro (como fazem muitos intérpretes da profecia) quando a Escritura não apresenta tal espaço de tempo?
    Observe cuidadosamente: Esse novo poder deveria sair "de um deles", ou seja, de uma das quatro divisões do Império Grego. Sera pequeno, a princípio, mas haveria de tornar-se GRANDE, De um dos chifres saiu um chifre pequeno, e se tornou muito forte parao sul, para o oriente e para a terra gloriosa.

    10. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns dos exércitos e das estrelas lançou por terra e os pisou. na direção do sul (o reino egípcio) e para leste (o reino selêucida) e para a terra gloriosa (Palestina).

    O reino sobre o qual Antíoco reinou já estava no leste. Não poderia, portanto, referir-se a ele. Deve ser algum outro poder. Devemos então procurar por um poder maior do que a Pérsia ou a Grécia. Somente um cumpre a profecia, e este é Roma, o quarto na sucessão de impérios. O Egito foi tornado uma província de Roma em 30 AC. Roma havia conquistado a Síria alguns anos antes, em 65 AC, e em 63 AC a Palestina foi incorporada ao Império Romano. Mais de um século depois a ira de Roma caiu sobre os judeus com grande violência. Em resposta a provocações incontáveis, os exércitos de Roma marcharam contra Jerusalém em 66 AD, e a guerra arrastou-se por quatro anos. Finalmente, em 70 AD, as legiões sob o comando de Tito atacou as muralhas. Eles destruíram completamente a cidade e o Templo e espalharam os judeus por todo o Império.
    Roma foi descrita ilustrativamente como um "reino de ferro" no capítulo 2, e também como a besta indescritível com dez chifres, no capítulo 7. O capítulo 8 retrata esse poder também e fornece muito mais detalhes. O Império Romano perseguiu impiedosamente tanto a nação judaica quanto a igreja cristã, tendo anteriormente ordenado a crucifixão de um homem inocente, Jesus Cristo. Mas o Império de Ferro não devia durar para sempre. Dividiu-se em dez reinos, e outro poder adiantou-se para tomar o seu lugar. No capítulo precedente fizemos notar que o poder do chifre pequeno avançou para a frente, desarraigando três dentre os dez reinos. Não foi meramente o poder político, mas o poder religioso, a igreja apóstata, que é retratado em Daniel, capítulos 7 e 8.



    Roma Eclesiástica Corrompe o Evangelho

    11. Sim, engrandeceu-se até ao principe do exército; dele tirou o sacrificio costumado e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo."

    Para apreender o sentido pleno de Daniel 8:11 precisamos considerar que a palavra "sacrifício" não consta do texto original. Foi acrescentada pelos tradutores. A palavra traduzida por "diário" vem do hebraico tamid que ocorre 103 vezes no Velho Testamento. Significa "contínuo" ou "continuamente", e é empregada geralmente em ligação com o antigo serviço do santuário, tal como "a oferta contínua de holocausto", "pães contínuos", "incenso contínuo", etc. Esses serviços prefiguravam a mediação contínua de nosso Senhor em favor dos pecadores. Por centenas de anos um ministério sacerdotal foi levado a efeito no santuário mosaico. Mais tarde, prosseguiu no Templo.
    O holocausto prefigurava a morte de nosso Senhor na cruz como o Cordeiro de Deus; os pães da proposição e o incenso eram tipos de Seu ministério como Sumo Sacerdote e Intercessor no santuário celestial. Hebreus 7:3; 4:15; 8:1, 2; 9: 11, 12. A profecia em Daniel revelava que essas verdades centrais do evangelho seriam lançadas por terra e espezinhadas. Até mesmo "deitado abaixo". Isso ocorreu primeiro quando Roma destruiu Jerusalém e erigiu um templo a Júpiter sobre o local do antigo Templo.

    O Imperador Integra-se à Igreja

    Dois séculos e meio depois a igreja apóstata havia se tornado tão popular que o Imperador Constantino tornou-se um cristão nominal e, antes de sua morte, um membro batizado. Logo bispos tornaram-se oficiais governamentais, impondo as regras do estado. Oficiais do governo eram também designados para altas posições na Igreja, independentemente de suas qualificações morais ou espirituais. Isso não só corrompeu a igreja, mas preparou o caminho para a introdução de práticas pagãs nos serviços de culto. Pouco a pouco o evangelho de salvação pela graça somente foi sepultado sob uma multidão de cerimônias, rituais e penitências.
    Em 800 AD Carlos Magno, rei dos francos, criou o "Santo Império Romano" no qual a igreja uniu-se ao estado em muitas áreas. Aqueles foram anos escuros para o verdadeiro cristianismo e também para os judeus, que viram-se forçados a viver em guetos sem direitos civis e pouquíssima justiça. A luz da verdade em muitos lugares foi quase obliterada.
    A tradução de Moffat do verso 11 assim reza: "Ele até glorificou-se a si mesmo para igualar-se ao Príncipe das hostes estrelares, e privou-o do sacrifício diário".

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    Na liberatura rabínica o "diário" incluía os sacrifícios da manhã e da tarde que se tornaram "o cenro e cerne do culto público".--Dr. J. A. Herts, The Pentateuch and Hoftorah, p. 694.
    Esses sacrifícios foram designados por tamid, traduzido como "diário" em português. Já fizemos notar que esta palavra significava a manifestação contínua de Cristo no trono da graça. Mas a profecia fala de como esse novo poder se "engrandeceria" e "prosperaria" corrompendo o evangelho e removendo a glória do "príncipe dos exércitos".
    Em lugar do puro evangelho centralizado no sacrifício concluído de Cristo sobre o Calvário, agora ministrando como nosso Sumo Sacerdote no santuário celestial, um falso evangelho se insinuava. Isso se centralizava num santuário terrestre com sede em Roma e desempenhado por um sacerdócio terrestre. Não importa quão sinceros esses sacerdotes possam ter sido, a igreja tem declarado que "Cristo é oferecido sobre nossos altares todo dia". No Catechism for the Catholic Parochial Schools, p. 72, no. 359, lemos: "Pergunta: É o sacrifício de Cristo sobre a cruz ainda oferecido? Resposta: O sacrifício de Cristo sobre a cruz é ainda oferecido em toda missa".
    Sem pôr em dúvida a sinceridade de nossos amigos católicos romanos, assinalaríamos que o próprio coração da mensagem do Novo Testamento é que Jesus Cristo foi oferecido "uma vez por todas" sobre a cruz. E por virtude desse sacrifício acabado, Ele está agora no trono da graça ministrando por nós. O sistema de um sacerdócio terrestre e o sacrifício da missa são realmente alheio ao evangelho de Cristo. Mediante a missa, a confissão e a doutrina de salvação pelas obras, esse sistema religioso de fato, "lançou a verdade por terra".

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